Presente entregue

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Dizem que quando estamos juntas, esquecemos o que nos envolve, pelo menos quando o assunto não é a própria da envolvente.
Dizem também que quando estamos juntas, por vezes, perdemos a noção do correcto e incorrecto.
Dizem ainda que, quando estamos juntas, fazemos verdadeiros escândalos.
Eu nego, pelo menos nunca dei por nada (não sei, se o facto de estar incluída no lote, poderá contribuir para tornar a minha opinião como isenta).
A verdade, verdadinha, é que ao contrário do que é habitue, tudo culpa da mau-feitio, que prometeu jantar de aniversário, depois não o fez, depois dá boas-novas assim de repente e sem tempo para preparar o festão como deve ser e também pelo excesso de trabalho e aulas e falta de tempo de todas nós, este jantar (que como e óbvio correu muito bem), não foi assim, pró bem planeado. Não é uma crítica, longe disso, demonstra também que como já bem sabíamos, para nós, basta estarmos juntas que tudo funciona, com ou sem restaurante marcado, num igual ou completamente desconhecido local, o corte-e-costura, a actualização de notícias/novidades fresquinhas e boas, as criticas e os desabafos, não precisam de hora e local especial. Apenas só de nós.
Sem nada em mente, apenas com a exigência de ser na baixa, segundo a própria da mau-feito, para uma suposta "despedida". Assim foi, apesar de já passarem e muito das 22h, lá fomos nós para praça dos leões. Missão encontrar um restaurante. Fome mais que muita, vontade de fazer xixi, ui ui, nem se fala.
Foi então e para não perder o controlo, decidimos entrar no primeiro, primeiríssimo mesmo que nos aparecesse à frente. E assim o fizemos. Deixei a exagerada com os senhores do restaurante a preparar a logística para as últimas 4 pessoas da noite, enquanto corri até a casinha mais próxima.
Já estava a minha amiga sentada, a dar as coordenadas as duas restantes, quando dei pela falta das chaves do carro, sem cerimónias, sai a correr do restaurante, na incessante procura das mesmas, fui encontra-las na ignição do carro (portanto, fui muito amiguinha de qualquer ladrão de carros).
Voltei, sentei-me e, apercebi-me que estava num restaurante muito alternativo, poderia até ser interessante, mas era demasiado alternativo, pelo que não me agradou nada, li a lista e foi então como a gota-de-água, para a tomar a decisão que já tinha em mente. SAIR RÁPIDO DALI. Antes que nos tranformassemos em coisas estranhas.
Facílimo, levantei-me e fui embora. Não gostei e pronto. É claro que pareceu pouco diplomático e até falta de educação. Posso concordar. Mas a noite era nossa, não iria fazer esse tremendo sacrifício. Correr qui ça riscos.
É claro, que fiz a exagerada passar certamente das maiores vergonhas de sempre, mas e então? Não tencionávamos voltar lá e não. Cheguei cá fora e senti muito alívio. Depois foi optar por um já repetido, é verdade, mas pelo menos do nosso agrado.
O jantar propriamente dito, deve ter corrido muito muito bem, porque até o senhor que nos serviu, decidiu oferecer-nos (com especial atenção a ETC) uma caneca de sangria. Há lá coisa fantástica!
Não, não estou assim, pelo facto de POrtugal ter carimbado o passaporte para África do Sul. Até porque pensando bem, o jogo em si, mais pareceu sanjoanense vs oliveirense. O que aqui, me deixa desde já uma dúvida: "Quem ganhou? O Feirense?".
Muito mau, nobres e valentes TUGAS. Não me admira que assim, o bando de GNR que para lá pairam, sejam recambiados já amanhã, no mesmo avião que a selecção.
Mas o que me deixa neste estado é que, vou finalmente passear. Ups digo fazer trabalho de campo. Chegou finalmente o meu momento e amanhã mesmo parto (a pior noticia é que vou, mas vou acompanhada com o chefe nabo) para Matosinhos e Braga. E na sexta, vou finalmente para PONTE DA BARCA!
Yeeee!!Foi uma luta, muitas quase chantagens e até andei a choramingar coisas do tipo: "Vai toda a gente menos eu? É discriminação, é?"
Afinal, aqui vou eu! Bem sei, que me vou arrepender desta festa toda, pois o trabalho do escritório não vai desaparecer, vai amontoar-se. Mas que se lixe, pelo menos vou levantar o rabo da cadeira e vou respirar o ar frio do norte.
Contigo, a primeira impressão é horrível o suficiente para não querer nunca mais ter que voltar a cruzar contigo. Com os anos fui apreendendo que é a tua auto-defesa, se bem que exagerada, mas a que escolheste. Bem ou mal, sem ela, já não eras a mesma.
Apreendi contigo como é possível fazer sempre mais e melhor, sim tens a mania do perfeccionismo, mania essa, que já não é feitio mas sim, uma boa maneira de ser.
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Na tua tentativa de ser madura, escondes uma forma muito querida, muito doce e até sensível.
És persistente, audaz e perspicaz, sabes muito bem o que queres, dificilmente és demovida. Procuras passar sempre a imagem do ser seguro e destemida, mas na realidade… não és bem assim.
Como bem o dizes, faltam 4 anos para chegarmos aos 30… e 14 para os 40, 24 para os 50 e 34 para 60 e mais e mais, mas não interessa, porque se envelhecer é estar rodeada de amigas, não me importo, sei que será divertido, não deixaremos de rir e de brincar.
Estás prestes a concretizar mais um objectivo e sei que sabes que para o bem e para o mal, nos lá estaremos. E quando digo, LÁ ESTAREMOS, digo no verdadeiro sentido literal. Estamos contigo mesmo. Por isso, em frente camarada! Isto claro, desde que prometas que continuarás a ser a mesma rabugenta. A que no momento mais oportuno, reclama, diz o oposto do esperado, basicamente SERES COMO ÉS!