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O Mundo dos Queijos

Um mundo derretido ou fresco, inteiro ou as fatias suíço, francês ou até português. À entrada, como sobremesa ou até mesmo no prato principal. Neste mundo, come-se de tudo!

O Mundo dos Queijos

Um mundo derretido ou fresco, inteiro ou as fatias suíço, francês ou até português. À entrada, como sobremesa ou até mesmo no prato principal. Neste mundo, come-se de tudo!

Aceitar é o primeiro passo!

por omundodosqueijos, em 12.10.18

Chegou aquele momento do ano em que disse: pronto, é o fim. Assume e pára com a negação. Só te magoas a ti própria e isso acaba por ser chato. É o fim do verão.

Fiz a esfoliação corporal de fim de verão. Aquela que acaba de vez com os resquícios do bronzeado que dava cor aos meus dias, aquela que prepara o meu corpo para o raio do frio e das intempéries do inverno. 

Não foi mau, não senhor. Porque se é para fazer que seja em bem. E cá em casa se é para fazer esfoliação, a semanal ou outra qualquer é feita sempre com a rituals! Nada contra todas as outras, mas com a Rituals sou sempre feliz. 

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O melhor restaurante do mundo e qui-ça do algarvel!

por omundodosqueijos, em 11.10.18

Não fomos ao engano, já tínhamos lido criticas e todas iam no mesmo sentido. Simplesmente fantástico. Como estávamos no final de Setembro, aquilo a que ingenuamente considerávamos fora de época. Assim, como assim, numa excelente e bela noite de quinta-feira, decidimos ir, sem qualquer reserva. Erro crasso!

 

Estava uma casa cheia e uma fila de espera. Ou aquilo será mesmo bom, ou então todos estão como nós, atrás das criticas e comentários. Estávamos e estávamos de férias por isso, decidimos juntar o nosso nome à lista de espera e não sair de lá sem experimentar.

 

Algum tempo depois, tivemos finalmente mesa e com a fome que cresceu durante o tempo de espera, atacamos o couvert com toda a vontade e sem esperar pela escolha da bebida. E pronto, tínhamos pão alentejano, estávamos com Deus.

 

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Assim que voltamos a ter circulação sanguínea restabelecida e a percorrer o corpo em pleno, conseguimos olhar para a ementa e começamos pela carta de vinhos. Já tínhamos duas opções, que foram descartadas por sugestão do funcionário, que nos recomendou o vinho da casa. E que bem que ele fez. Excelente sugestão e veio, fresquinho, fresquinho!

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Depois das entradas, optamos por pratos com polvo. Escolhemos o Polvo com batata doce e patanisca de polvo com um dos melhores arroz de coentros de todos os tempos. E agora que relembro essa noite, garanto-vos que me encontro a salivar e na boca ainda recordo o sabor do arroz e do polvo que estava no ponto.

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Estava convencida e pronta para correr a costa de sotavento algarvia toda de trás para a frente e de frente para trás. Mas não, decidimos matar a noite com uma mousse de limão! E pronto. Registem só que se o Noélia (para os amigos), Noélia e Jerónimo se não é um dos melhores restaurantes do mundo, é certamente um dos melhores do algarve!

 

O atendimento é top, sigam as sugestões e babem-se com os pratos que circulam pela sala a caminho das outras mesas. Se ainda tiverem barriga, pois bem, escolham um ou dois e deliciem-se.

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Sabes que o tempo passa rápido com’o raio quando?

por omundodosqueijos, em 10.10.18

Recebes um invite para a festa de natal de empresa. Ora bolas, só hoje pela primeira vez desde a silly season visto-me com manga cumprida e já estou a ser avisada que o ano está a terminar.

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Prefiro Évora!

por omundodosqueijos, em 09.10.18

Eu já aqui o disse que se tivesse que escolher um sítio em Portugal para ter nascido, muito provavelmente seria no Alentejo. Eu lá sinto-me em casa, uma espécie de regresso às origens. Gosto do Alentejo como um todo, amo a Costa Vicentina, adoro o interior, não há assim um pedacinho que não aprecie. Pronto, factos. 

Ainda assim na disputa entre as duas grandes cidades: Évora e Beja, balanço para Évora.

When September ends, fomos até a cidade do baixo Alentejo. Nada a apontar da comida e consequentemente dos quilos que se adquirem (só de cheirar) por aquelas bandas, das pessoas, do tempo, enfim, da vida alentejana. 

Beja ou antiga Pax Júlia. 

A visitar em Beja:

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(o Castelo)

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 (A cidade e sua arquitetura).

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 (O teatro Pax Júlia)

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 (O roteiro das igrejas)

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 (O Museu Rainha D. Leonor e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição).

 

Não que que seja difícil, mas podem comer igualmente bem, no restaurante: Vovó Joaquina. Para repousar e recarregar baterias, a Herdade da Malhadinha Nova é assim um oásis! 

 

Semana #66

por omundodosqueijos, em 08.10.18

A primeira semana à séria depois da reentre! Uma semana inteira, sem break, feriados, ou outra qualquer coisa que de alento. Por outro lado, desafios e trabalhos para serem agarrados com os dois braços, por isso, vamos lá esquecer que a chuva e frio estão a caminho e siga com ânimo! 

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Look MaxMara

Uma estupidez que me arrepia por ser generalizada!

por omundodosqueijos, em 03.10.18

Há uns dias tive de ir à farmácia, levantar uma receita. E enquanto aguardava pela minha vez e de seguida pelo meu pedido, não tive alternativa que não ouvir a conversa entre uma outra farmacêutica e um cliente/amigo na fila ao lado. Não é bonito, mas ou tapava os ouvidos e gritava alto: lalalalalalalalalala com as mãos nas orelhas ou então ouvia, como tinha coisas para fazer nos dias seguintes, decidi não arriscar ser internada num qualquer hospital psiquiátrico e optei pela segunda opção, ouvi a conversa, sim.

O assunto era estado VS privado, essa guerra sem fim à vista, até porque todos sabem, o estado (esse danado) é o bicho papão que anda à solta para fazer mal a tudo e todos. Eu também não simpatizo muito com o fulano, verdade seja dita.

A farmacêutica indicou que tinha seguro de saúde e por isso, preferia ser sempre acompanhada no privado, porque o privado é que é e coisa e tal e tal e coisa. São opiniões e eu também tenho as minhas. Fazia todos os anos o check-up no privado, os exames pelo privado e tudo-e-tudo-e-tudo-e-tudo.

Contudo, uma vez por ano, lá fazia uma visitinha ao centro de saúde, porque isto nunca se sabe e para não perder direitos, lá ia ela. Só porque sim. Ora um direito que lhe assiste nada contra. Gostava eu de ter disponibilidade e boa vontade para fazer o mesmo, mas aquela doença chamada preguiça, não me tem permitido. A verdade é que tenho sempre qualquer coisa mais importante para fazer, nem que seja o nada. (Shame on me!)

Mas o drama residia aqui, na malandra da médica do estado (o “estado” aquele senhor papão) que sabendo pela própria da farmacêutica que só ia lá para não perder “direitos” (dizia ela), e que todo um acompanhamento seria feito por outras colegas do sector privado, pedia a farmacêutica para que partilhasse os resultados dos exames, muitas vezes, feitos dias antes. Durante muito tempo a farmacêutica assim o fez, mas este ano a senhora decidiu ser esperta (segunda ela, e infelizmente uma grande maioria, quanto a mim, só estúpida e parva, mas lá está, opiniões). Dizia ela que se a médica de família quisesse saber como estava que lhe prescrevesse exames, pois não iria partilhar resultados que tinham sido pagos não pelo estado (esse senhor papão e riquíssimo, pois paga coisas assim atoa). A farmacêutica não se iria importar de repetir e passar por tudo, agora partilhar essa informação que ela tinha pago com o dinheiro próprio (ou pelo seguro, who care?), isso é que não.

Eu sei que não é só aquela senhora farmacêutica, mas sim, um grande número de pessoas a pensar assim. Mas se pus os pés na farmácia para algo banal, acreditem que até aqui, já me tinha autodiagnosticado uma úlcera, uma arritmia e uma insuficiência renal. É que podem não acreditar, mas estas coisas mexem comigo.

Ora resumindo, a senhora farmacêutica, como tantos outros senhores e senhoras deste nosso mundo, preferem repetir (com a perda de tempo, desgaste físico e afins que isto acarreta), preferem gastar dinheiro duas vezes (pelo seguro e pelo estado) do que partilhar informação. Só porque o estado deve pagar.

E tudo em bom nome de que se o estado quer, o estado que pague.

Eu com isto fico na dúvida, será que todos os que assim pensam sabem que o “estado” não é o senhor António Costa, não é ele que vai pagar os exames e os custos não só da saúde mas tantos outros. Que também não é o fixola do Marcelo que saca do cartão visa para pagar esses custos. Que também não é o sor Dr. Adalberto Campos Fernandes que vai no final do dia a todos os centros de análises e de saúde pagar as contas em atraso. E que não é o Mário Centeno que desvia fundos lá das "europas", para pagar essas contas. Será que todos sabem disso? Estão mesmo conscientes que não são eles que as pagam? Que não são eles que ficam mais “pobres” por pagar essas despesas? Que esse dinheiro vêm diretamente daquela percentagem (enorme) que o patrão nos paga a todos (sejamos nós funcionários públicos ou privados) no fim de cada mês, mas que nunca chega a entrar no nosso saldo bancário? Aquela que é calculada tendo como base o nosso rendimento, o nosso estado civil e o número de filhos. Sim essa. Bem vistas as coisas, somos todos nós que pagamos isso.

Ou será ainda que pensam que as análises clínicas e exames médicos, feitos pelo estado simplesmente não custam dinheiro? São assim como gratuitos. Puff! pagam-se com ar e vento? Questiono-me se as senhoras farmacêuticas desta vida (e são tantas) saberão quanto realmente custam uma simples análise à urina, ao sangue, sejam eles feitos por entidades públicas, ou entidades privadas?

Enfim, desabafos!

O concerto dos U2!

por omundodosqueijos, em 02.10.18

Quando em Janeiro deste ano asseguramos os dois bilhetes para os U2, fizemos de imediato planos para esse fim de semana. Partiríamos no sábado rumo a Comporta e pelo menos até segunda-feira, ficaríamos por aquelas bandas. Faríamos uma pausa aos dias de dolce-faire-niente no domingo, para uma curta city-break na capital, que culminaria numa noite no aniversariante Altice Arena. E pronto, pareceu simples, fazível e estava desde essa altura definido. 

No entretanto, a vida deu um par de cambalhotas e pelo caminho fui forçada a adiar as minhas férias para os últimos 15 dias de Setembro, vivi uma boa parte do tempo em Lisboa mas ainda assim, nada impediu que o plano A, ficasse de pé. Lá fomos, sábado partimos para Comporta, no domingo, revisitei alguns lugares, nomeadamente o belo do LX factory e nessa noite saltamos, gritamos e espasmamos com o fantástico concerto. No dia seguinte revivemos e relaxamos do concerto nas belas praias de comporta. 

1 - Porque Comporta, porque é genuinamente um paraíso a 3 horas de casa. Gosto das praias, gosto da aldeia pitoresca, gosto da comida, gosto das atividades que por lá pariram, gosto das vistas, gosto das lojas e odeio as moscas. Caso para perguntar, porque não Comporta? 

Já lá estivemos uma data de vezes (ainda este ano, lá tínhamos estado) e cá entre nós, mais uma data de vezes espero pairar por lá. 

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2 - Porque o LX Factory? De todos os sítios que visitei na minha estada pela mouraria, o LX factory, surpreendeu-me pela diferença, pela pluralidade e pelo bom gosto. Do simples, fez-se algo complexo. Já aqui falei sobre a minha visita e tinha ficado a promessa de lá voltar.

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3 - O concerto. O meu 4 concerto dos U2, depois de 2005 em Alvalade para o que denomino, melhor concerto de sempre, depois de os ter ido ver a casa (que é como quem diz, a Dublin), num concerto onde o público fez-me acreditar que somos, nós portugueses, genuinamente fantásticos, e há 10 anos atrás em Coimbra, este foi o 4º, o verdadeiro show. Já todos leram nas noticias tudo e mais qualquer coisinha sobre o concerto, foi muito bom, o segundo melhor concerto que vi, deles, mas foi sem dúvida o melhor espectáculo. A banda já não tem mais 30 anos, já sente dificuldades a descer e subir escadas, os tombos (e não só os tombos de cavalos e bicicletas), mas os tombos da vida e dos anos em geral, fazem com que assim já não seja possível. As músicas já não as mesmas dos discos ícones como Joshua Tree, Achtung baby ou How to Dismantle an Atomic Bomb, mas existe neles o carisma único da última verdadeira banda de rock 'n roll. Como o Bono disse-o e bem, numa entrevista, são a representação e símbolo de todos os que se querem fortes, sem qualquer intolerância a lactose ou ao glúten, dos que não precisam de psicólogos e terapeutas, dos que aguentam tudo e todos. Dos homens e mulheres com pelos nas bentas. O concerto e show que deram no Altice Arena, foi mais do que um repertório de músicas novas e antigas, foi um grito de intolerância política, de falta de fé nas palavras de homens e mulheres de memória curta, foi um apelo a união e principalmente contra o fascismo. Porque afinal de contas, somos mesmo todos iguais.

 

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Semana #65

por omundodosqueijos, em 01.10.18

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(Look Cortefiel)

 

Resisti até às minhas últimas forças, mas não consegui mais, lá terei de voltar ao trabalho. Não é mau, que não é, mas caramba, estar de férias é bem melhor. Valha-nos o fofi do São Pedro que continua em modo verão e eu cá agradeço e muito. Só por isso, pega lá um beijinho só para ti. 

Boa semana para todos nós! Força nas canetas. 

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